Bancos apostam no crédito imobiliário

Modalidade é novo alvo das instituições de porte médio para crescer no mercado. Disputa, agora, é para saber quem oferece os juros mais competitivosO financiamento imobiliário é a nova aposta dos bancos de portes pequeno e médio para crescer e engordar o faturamento. Esse tipo de crédito, que no passado era concentrado praticamente nas mãos da Caixa Econômica Federal, está avançando a passos largos nestas instituições financeiras. A maior disputa, a partir de agora, será pelas taxas de juros mais competitivas.

O Bonsucesso entrou nesse mercado em setembro de 2007 e espera financiar 4 mil moradias este ano, num total de R$ 240 milhões. Segundo o diretor de Novos Negócios do banco, Ricardo Toledo, o empréstimo imobiliário é uma das apostas de crescimento do crédito do banco neste ano. O público-alvo vão ser os servidores públicos, civis e militares de Minas Gerais.
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Seminário Internacional de Direito Registral em Teresópolis

Ricardo Coelho, Sérgio Jacomino, pró-reitor Vicente de Paulo Carvalho Madeira, Flauzilino Araújo dos Santos, Fernando de la Puente Alfaro, reitor Luó Eduardo Possidente Tostes, Helvécio Castello, Eduardo Pacheco Ribeiro de Souza, vereador Antonio Francisco e juiz Carlo Artur Basìico.

Ricardo Coelho, Sérgio Jacomino, pró-reitor Vicente de Paulo Carvalho Madeira, Flauzilino Araújo dos Santos, Fernando de la Puente Alfaro, reitor Luís Eduardo Possidente Tostes, Helvécio Castello, Eduardo Pacheco Ribeiro de Souza, vereador Antonio Francisco e juiz Carlo Artur Basílico. 

Com o auditório do Centro Universitário Serra dos Órgãos – Unifeso – lotado, na cidade de Teresópolis, Rio de Janeiro, o primeiro dia de trabalhos do III Seminário Internacional de Direito Registral Imobiliário, no dia 2 de abril último, às 19h, mostrou a sintonia entre o Registro brasileiro e o ibero-americano no que diz respeito ao atendimento das necessidades da sociedade do século XXI, o que exige, cada vez mais, segurança jurídica máxima aliada à rapidez e atuação no mercado global.

O evento foi organizado em parceria pelo Instituto de Registro Imobiliário do Brasil, Irib; Curso de Graduação em Direito do Centro de Ciências Humanas e Sociais da  Unifeso; Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo, Arisp; Associação dos Serventuários de Justiça do Estado de Minas Gerais e Associação dos Notários e Registradores de Minas Gerais, Serjus-Anoreg/MG; Colégio de Registradores da Espanha e Cadri, Curso Anual de Direito Registral Iberoamericano

Registradores imobiliários de todo o Brasil, da Europa e da América Latina; juízes, desembargadores, autoridades locais, advogados e alunos da Unifeso acompanharam atentamente os primeiros trabalhos apresentados: o registro imobiliário do século XXI , pelo espanhol Fernando de La Puente Alfaro, que apresentou um estudo de objetivos comuns na organização, implantação, funcionamento e aperfeiçoamento dos sistemas registrais ibero-americanos; a efetividade da segurança jurídica, exposição do registrador Flauzilino Araújo dos Santos sobre a importância dos registros imobiliários para o desenvolvimento jurídico, econômico e social; e o registro de imóveis na era digital, tema desenvolvido pelo presidente do Irib Helvécio Duia Castello e por Manuel Matos, presidente da Camara-e.net.

Indisponibilidade de bens substitui penhora

O contribuinte que está em dívida com a Fazenda Pública poderá ter seus bens bloqueados provisoriamente por meio de processo administrativo, sem que o pedido de bloqueio passe pela avaliação de um juiz. Este é o núcleo do anteprojeto de lei proposto pela Fazenda Nacional para alterar a Lei de Execução Fiscal (Lei 6.830/80).

A proposta está em fase de consulta pública há mais de um ano. Uma nova redação foi apresentada no começo deste mês pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. O texto tirou alguns pontos polêmicos como o bloqueio administrativo sem qualquer restrição. No entanto, ele manteve as mudanças mais radicais. Continuar lendo

Economia aquecida – preço de imóvel nas alturas

Os preços dos imóveis em São Paulo deram um salto nos últimos quatro anos, resultado de crédito mais barato e amplo e de um contexto econômico tranqüilo, sem inflação galopante.

O bairro da Mooca, na zona leste da cidade, é um exemplo. Foi o que obteve maior valorização em preços de imóveis novos entre 2003 e 2007, segundo dados da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp). No período, a média do metro quadrado na região subiu 78,7% e saltou de R$ 1.782,75 para R$ 3.185,83.

Os preços dos imóveis começaram a subir em determinados bairros paulistanos em razão da crescente procura. Continuar lendo