Registrália

Convidado para participar das efemérides [mirror] relacionadas com o advento da Lei 10.267/2001 (e de seu regulamento, Decreto 4.449/2002), senti a necessidade de agrupar alguns temas que foram importantes no decurso de quase trinta anos à frente das entidades representativas de registradores – seja na condição de presidente, ou de colaborador ativo.

São temas sensíveis e que empolgaram — às vezes toldaram — as discussões corporativas que se travaram acerca do futuro do Registro de Imóveis brasileiro.

Faltam-me forças para organizar o caudal de documentos e informações colecionadas ao longo dos anos. Sabe-se lá quanto do que se produziu poderei disponibilizar ao estudioso dessas matérias. Quem pudera conhecer este leitor anônimo que se achega a este estranho porto.

Seja como for, a arte é longa e a vida é breve. Um salve! ao leitor distraído. Parafraseando o grande poeta curitibano, “distraídos venceremos”!

São Paulo, 18 de agosto de 2021, Pandemia & mitologias.

Georreferenciamento de imóveis rurais. Neste ano de 2021, comemoramos exatos 20 anos desde o advento da Lei 10.267/2001, uma lei que desencadeou uma profunda diatribe entre os registradores imobiliários brasileiros. Desempenhei um papel destacado na regulamentação. Confira no link parte dessa história.

Fundação Vanzolini e o Registro Eletrônico. Corria o ano de 1997 e já nos mobilizávamos para fazer frente à anarquia reinante no processo de informatização dos cartórios. Causava-nos perplexidade o fato de que a informatização dos sistemas registrais não estivesse pautado por regras claras e objetivas, oriundas seja da própria categoria, seja dos órgãos censórios [segue].

Registros Públicos eletrônico. Pequeno extrato do que se produziu ao longo dos anos.