Central Brasileira de Sinal Público iniciará atividades em fevereiro

Estão abertas as inscrições para tabeliães e registradores que tenham interesse em participar experimentalmente da Central Brasileira de Sinal Público, um serviço oferecido pelo Colégio Notarial do Brasil, que promete agilizar de maneira exponencial todos os serviços notariais e cartoriais.

Segundo José Flávio B. Fischer, presidente do Colégio Notarial do Brasil, a Central realizará o cadastro de notários e disponibilizará com total agilidade e segurança os dados e assinaturas de todos os titulares, substitutos, escreventes ou prepostos autorizados a assinar atos notariais, tais como reconhecimentos de firmas, autenticações de cópias, procurações, escrituras em geral, entre outros procedimentos.

Administrada diretamente pelo CNB, a Central proporcionará enormes vantagens para os usuários dos serviços notariais e cartoriais, uma vez que não precisarão mais aguardar o recebimento dos sinais públicos pelo correio, podendo o notário consultá-los diretamente em site específico.

Com previsão de inicio de operações para meados do mês de fevereiro, a Central manterá suas inscrições permanentemente abertas. “Nosso objetivo é continuar cadastrando todos os interessados, pois mesmo que não possam participar dessa primeira fase, posteriormente poderão aderir à Central a partir do seu funcionamento regular”, afirmou Fischer.

Outro ponto de relevância citado por Fischer foi a necessidade de baixíssimos investimentos para que o notário possa ingressar no sistema. “O Investimento será praticamente zero, apenas para cobrir os custos do próprio sistema e seu funcionamento”, ponderou.Diante ao grande número de interessados em aderir à Central, o CNB decidiu ampliar o número de participantes de 100 para 150 nesse período experimental.

Entusiasta do projeto, Fischer não esconde seu otimismo em relação ao sucesso da iniciativa. “Assim que testarmos a operação real do sistema, com utilização pelos primeiros 150 inscritos, vamos ampliar a base para todos os interessados. A expectativa é a melhor possível, até porque já existem experiências em alguns Estados, e, logo pretendemos fazer a interligação de todas, para que se tenha uma Central Nacional, facilitando o acesso a todos os colegas do Brasil”, finalizou.

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