Ano: 2009
Ano de 1958
Ano de 1958
Boletim da ASJESP, v.10, n. 61, jan./jun.1958 (edição fac-similar). → Íntegra.
Boletim da ASJESP, v.10, n. 62, jul./set. 1958 (edição fac-similar). → Íntegra.
Boletim da ASJESP, v.10, n. 63, out./dez. 1958 (edição fac-similar). → Íntegra
Ano de 1957
Ano de 1957
Boletim da ASJESP,v.8, n. 58, jan./mar. 1957 (edição fac-similar). → Íntegra.
Boletim da ASJESP, v.9, n. 59, abr./ago.1957 (edição fac-similar). → Íntegra.
Boletim da ASJESP, v.9, n. 60, set./dez.1957 (edição fac-similar). → Íntegra.
Boletim da ASJESP, v.10, n. 63, out./dez. 1958
Boletim da ASJESP, v.10, n. 63, out./dez. 1958
Boletim da ASJESP, v.10, n. 62, jul./set. 1958
Boletim da ASJESP, v.10, n. 62, jul./set. 1958
Boletim da ASJESP, v.10, n. 61, jan./jun.1958
Boletim da ASJESP, v.10, n. 61, jan./jun.1958
Boletim da ASJESP, v.9, n. 60, set./dez.1957
Boletim da ASJESP, v.9, n. 60, set./dez.1957
Boletim da ASJESP, v.9, n. 59, abr./ago.1957
Boletim da ASJESP, v.9, n. 59, abr./ago.1957
Boletim da ASJESP,v.8, n. 58, jan./mar. 1957
Boletim da ASJESP,v. 8, n. 58,jan./mar. 1957
Medidas infra-estruturais
2. Medidas infra-estruturais
O enfrentamento e a regularização da gigantesca algaravia antevista na Inspeção realizada em Altamira passa, inevitavelmente, pelo oferecimento de propostas de remodelagem do sistema registral. É preciso repensar o modelo que se acha em prática na região amazônica e em outras localidades que foram visitadas pelo CNJ – Conselho Nacional de Justiça (relatórios aqui).
Para fazer frente a este enorme desafio, é necessário:
1. Implantar, efetivamente, o modelo que se acha em funcionamento em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e outros Estados que vêm realizando, sistematicamente, concursos públicos para o ingresso nos serviços notariais e registrais. É necessário profissionalizar a atividade, renovando os quadros encarregados da gestão do Registro por profissionais provados por concurso público.
2. Realização, com urgência, de concursos públicos de provas e títulos para todos os postos vagos ou que venham a vagar em decorrência das Resoluções 80 e 81 de 9 de junho de 2009.
3. Para prover de bons profissionais as praças que serão oferecidas em concurso é preciso levar a efeito detalhado estudo econômico-financeiro de molde a criar atrativos de ordem econômica para que se garanta a sustentabilidade do Serviço Registral ou Notarial posto no certame e que sejam atraídos os profissionais mais gabaritados para o desempenho do mister.
4. Implantação de programas de capacitação e de reciclagem, cursos de educação continuada, visando os profissionais que atuam nos serviços notariais e registrais – delegados e seus prepostos. Os exemplos paulistas Kollemata e Educartorio podem servir de referência.
5. Capacitação tecnológica. Integração de notários e registradores em sistemas de rede, compartilhando dados, informações e permitindo a correição permanente online. É preciso superar o solipsismo, paradigma de atomização dos serviços notariais e registrais, substituindo-se por um modelo de molecularização do sistema. Deve ser estudados modelos de informatização das atividades, com progressiva adesão a redes e sistemas em nuvem, tirando o maior proveito de fenômenos em escala (cfr. Graciolândia, o país do populismo (e das oportunidades para registradores).
6. Interconexão entre registros e cadastros físicos, permitindo a superação do modelo meramente narrativo e descritivo das matrículas, substituindo-o por gerenciamento territorial realizado por Sistemas de Informação Geográfica (ou GIS – Geographic Information System), com georreferenciamento dos imóveis rurais e urbanos.
7. Fiscalização efetiva dos serviços registrais e notariais por uma corregedoria permanente atuante e eficaz. Posto que a atividade gere recursos ao Poder Judiciário, sob a rubrica de taxa de fiscalização, o mesmo Judiciário deve cumprir, zelosamente, o comando constitucional inscrito no art. 236, § 1° da Carta de 1988.
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